Parte do cachê pago a CBF por amistosos era desviada
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Dinheiro de amistosos da
seleção foi parar em contas nos EUA e contrato aponta que atual presidente do
Barcelona recebia parte dos lucros
JAMIL CHADE - Enviado especial - O Estado de S. Paulo
BASILEIA - Parte
do dinheiro pago à CBF por times de todo o mundo como cachê para enfrentar a
seleção não era depositada em contas no País, mas foi direcionada para empresas
com sede nos Estados Unidos, registradas em nome de Sandro Rosell, atual
presidente do Barcelona, ex-representante da Nike no Brasil e amigo de Ricardo
Teixeira. A prática, segundo documentos e fontes consultados com exclusividade
pelo ‘Estado’, teria marcado a gestão de Teixeira na CBF a partir de 2006.
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